02 Mar
CHAMADA: Gênero, feminismos, políticas públicas e interseccionalidade
Lido 1863 vezes | Publicado em Chamadas | Última modificação em 02-03-2017 22:58:37
 
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A Revista O Social em Questão (PUC Rio) divulga a chamada para o seu número 38 (2017.2), que recebe artigos que analisam a desigualdade de gênero com foco na transversalidade de gênero nas políticas públicas implementadas no Brasil e em outros países, e que também estudem a atuação dos movimentos de mulheres e feministas sobre essa temática. Os artigos devem ser enviados até o dia 15 de março de 2017.

Chamada da Revista “O Social em Questão”

Departamento de Serviço Social/PUC-Rio

nº 38 - 2017.2

GÊNERO, FEMINISMOS, POLÍTICAS PÚBLICAS E INTERSECCIONALIDADE

Organizadoras:

Profª Drª Luciene Medeiros (PUC/Rio)

Profª Drª Rita de Cássia Freitas (UFF)

A sociedade brasileira está estruturada de forma piramidal, marcada fortemente pela desigualdade social e, para refletir sobre essa questão, devemos levar em consideração suas multi-dimensões (gênero, sexualidades, raça/etnia, classe social, geração...), compreendendo-as enquanto fenômenos que estruturam relações sociais e apresentam suas peculiaridades, porque se inscrevem no domínio da história.

No mundo e, especificamente no Brasil, as mulheres vivenciam uma desvantagem sistemática em relação aos homens em quase todos os indicadores sociais. Refletir sobre a categoria gênero é extremamente importante para a discussão da igualdade no contexto da sociedade como um todo. A atuação dos movimentos de mulheres e feminista no Brasil tem sido de grande importância na consolidação e garantia dos direitos das mulheres e na luta pela equidade de gênero. Nas últimas décadas, a atuação desses movimentos foi fundamental para a formulação, implantação e implementação de políticas públicas de gênero no País, nos diferentes níveis de governo (municipal, estadual e federal) e nos vários campos das políticas, dentre as quais: a assistência, a saúde, a educação e a violência.

A IV Conferência Mundial da Mulher (Beijing, em 1995) reconheceu que as assimetrias de gênero são condicionadas, também, pelas políticas públicas e recomendou duas estratégias para alcançar a igualdade entre os homens e as mulheres: a transversalidade em todos os processos de tomada de decisão e o empoderamento das mulheres. Assim, surgiu a perspectiva da “transversalidade de gênero” nas políticas públicas visando à garantia e à ampliação dos direitos humanos das mulheres.

O número 38 (2017.2) da Revista O Social em Questão pretende publicar artigos que analisem a desigualdade de gênero com foco na transversalidade de gênero nas políticas públicas implementadas no Brasil e em outros países, e que também estudem a atuação dos movimentos de mulheres e feministas sobre essa temática.

Os artigos devem ser enviados até o dia 15 de março de 2017 para o e-mail:

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Para maiores informações sobre as normas editoriais:

http://osocialemquestao.ser.puc-rio.br



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